26 de mai de 2011

Eu e Paul, Paul e eu.


(fotos tiradas por minha camera)

Sábado foi um dia mais que especial. Além de ser o dia em que fazia 22 primaveras, também era o show de Sir Paul McCartney, que eu assistiria graças a meu namorado (atencioso e fofo). A história começa com um ônibus que acreditávamos nos deixar na porta do Estádio João Havalange, mas cortou caminho. Daí fomos de trem. Uma parada depois, ao saltar no local do acontecimento, sentia meu coração ficar mais apertadinho de felicidade e os olhos brilharem. Eram somente 11hrs da manhã, mas eu já estava quase sem ar.
Vale dizer que o Rio de Janeiro é uma cidade bem ensolarada, logo, toda a manhã e tarde que passei sentadinha na fila enquanto esperava os portões abrirem as 17:30hrs, foram
embaixo do sol. A solução? Uma camisa de amor transformada em lenço árabe na cabeça.
Eu costumo dizer que nós jogamos nossos pedidos ao universo e ele é gentil, pois materializa os mesmos (pelo menos para mim, ele sempre foi bacana). Daí apareceu um moço muito simpático vendendo seu empadão de frango com bebida por apenas 6 reais e eu pensei "valeu, cosmos (:". Com a barriga cheia, comecei a olhar ao meu redor e me deparei com pessoas super queridas. É fato que você conhece várias pessoas em filas de show, mas pra mim é mais fato que eu arranje amigos em filas de show. No caso de domingo, um grupo de Poços de Caldas. Fofos, com assuntos em comum, prestativos e legais "pra mais de metro" (inclusive assistimos o show juntos e só nos despedimos quando eles foram pegar sua van a caminho de casa e nós, o táxi).
Na hora marcada, os potões abrem. Não precisaria da corrida da Apoteose tradicional, já que estávamos de arquibancada e não pista - e o caminho era curto - mas quem disse que eu não a dei?! Acho que já é um pequeno prazer apertar o passo pra chegar mais perto do show... Sentada, esperei. E as 21h45 tudo começou. Tudo aquilo que eu vi por filmes e vídeos, ouvi incansavelmente no meu computador e em fones de ouvido, tudo ali, na minha frente. Era o Paul. Ele falava português, era o carisma em pessoa e cantava exatamente como eu imaginava.
Então, ao som daquelas músicas que tocam no nosso coração e nos deixam santitantes com sol na cabeça e o sorriso bobo estampado na espera conduziram o fim do dia da Julianna, o aniversário dela. Melhor dizendo, meu.

3 comentários:

Cary disse...

Ahh que invejaaa de você.
Eu imagino os olhos brilhantes e o sorrisão na cara.Paul é fofo demais.
Será que ele volta? .___.
beijão e parabéns!
;*

Dayane Pereira disse...

Que invejaaa boa..
Eu queria muito qnd ele esteve aqui em Sampa.
Mas não deu.. quem sabe na próxima, né?

Tiêgo R. Alencar disse...

Não sou muito fã do Paul, mas posso imaginar o quanto você deve ter ficado feliz e emocionada naquele momento! Até eu estaria feliz da vida se fosse justamente no dia do meu aniversário! Arrasou!

Um beijo :*